Ambiente e Cultura

Espaço dedicado aos debates acerca dos problemas ambientais e sociais; pretende-se divulgar informações sobre políticas ambientais, ecoeconomia, cidadania e experiências relacionadas. AUTORIZADA A REPRODUÇÃO, DESDE QUE CITADA A FONTE.

Ambiente e Cultura

Espaço dedicado aos debates acerca dos problemas ambientais e sociais; pretende-se divulgar informações sobre políticas ambientais, ecoeconomia, cidadania e experiências relacionadas. AUTORIZADA A REPRODUÇÃO, DESDE QUE CITADA A FONTE.
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Terra Blog

Arquivo de: Setembro 2007

25.09.07

Das pilhas e baterias

categorias: Resíduos

Muitas pessoas ainda perguntam-me o que fazer  com pilhas e baterias usadas. Então aí vai a dica:

Segundo resolução 257 do CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente, os fabricantes e importadores são responsáveis pela coleta, armazenamento, transporte, reutilização e reciclagem, tratamento ou disposição final adequada de pilhas e baterias.

Para saber os endereços dos postos de coleta desses resíduos clique aqui.

Resolução CONAMA 257

21.09.07

Severn Cullis Suzuki

categorias: Socioambientalismo

Durante a ECO-92 uma garota de 12 anos surgiu na bancada de discussões e simplesmente arrasou com a hipocrisia e prepotência com que a maioria dos presentes tratavam o encontro e os temas nele abordados.

A sutileza vista em seu rosto contrastava com a dureza expressa em suas palavras. O vídeo com seu discurso virou tema de aulas de ecologia e meio ambiente, argumentações em outros debates, fonte de inspiração e ferramenta de convencimento.

A garota, hoje com 28 anos, chama-se Severn Cullis-Suzuki  e é uma ativista social e ambiental canadense que luta pela defesa do meio ambiente e populações carentes.   Membro ativo do painel consultivo especial sobre meio ambiente das Nações Unidas, tem feito palestras pelo mundo inteiro e defendido, como defendeu na ECO 92, a importância de redefinir nossos valores, de agir pensando nas conseqüências futuras e de ouvir as crianças.
Fundou o projeto Skyfish, um portal na internet que incentiva a juventude a falar sobre seu futuro e adotar um estilo de vida sustentável. Cullis-Suzuki formou-se em Ciência e Ecologia na Unviersidade de Yale e recentemente terminou seu mestrado em Etnobotânica.

Clique sobre a foto para assistir o discurso.

Fonte: http://www.abesco.com.br/datarobot/

Mudanças do clima, mudanças de vidas.

Este filme do Greeenpeace é um excelente material para sensibilização e educação.

Assista, comente e repasse!

Clique aqui para assistir o filme.

04.09.07

Desenvolvimento Limpo

O binômio desenvolvimento-sustentável, poucas décadas depois de ser criado, já carrega consigo um tom polêmico e a certeza de acaloradas discussões.
Percebe-se agora, o real posicionamento dos diferentes grupos sociais em relação à sua definição, extensão e abrangência.
O meio acadêmico e a velha guarda do movimento, em muitos momentos sinalizam como inviável essa combinação, seja do ponto de vista histórico, antropológico ou ambiental.
E a iniciativa privada também já propôs sua tese: desenvolvimento sustentável é aquele que ocorre apoiado no tripé socialmente justo, ambientalmente correto e economicamente viável.
Afora o debate recorrente, representado apenas pelas opiniões antagônicas citadas acima, a verdade é que, mesmo subjugando as possibilidades e diminuindo a importância do termo, as corporações têm obtido sucesso considerável em cumprir aquilo que defendem.
As empresas têm buscado certificações socioambientais, estão propondo projetos, enfim, estão investindo.
Talvez a melhor ferramenta prática de gestão ambiental corporativa seja a análise de ecoeficiência, ou seja, a comparação entre dois produtos ou processos através do estudo do ciclo de vida de cada um deles.
Nesse estudo são considerados dados relativos à emissão de poluentes atmosféricos (incluindo a emissão dos veículos de transporte), a emissão de efluentes líquidos, a geração de resíduos sólidos, e até disponibilidade mundial das matérias primas utilizadas.
È claro que nesta equação pesam também os números da economia, das finanças e da grana.
Como o processo é muito inteligente, muitas vezes os empresários conseguem enxergar através desses números e ver uma melhoria, um avanço ambiental inequívoco.
Parte desse ganho se deve ao fato de que as empresas têm buscado seus lucros institucionais latentes informando seus consumidores sobre suas ações e estes correspondem nas lojas.
As bolsas de valores mundiais vêm criando índices de sutentabilidade, assim como as corporações, ainda que de forma incipiente, passam a considerar o meio no planejamento estratégico, alocar custos e gerar programas.
Só não podemos cair na armadilha de acreditar que essa é a solução definitiva. Não esqueçamos que desenvolvimento é um conceito criado no seio do capitalismo/consumismo e um de seus princípios mais contumaz é o de crescimento indefinido.
De qualquer forma, é um estágio a ser percorrido e com empresas mais ecoeficientes vamos superar esta etapa.
É possível ser ecoeficiente também em casa, no bairro, na cidade... Acesse http://ambienteecultura.blog.terra.com.br e mande suas dúvidas, sugestões e críticas.
Tenha dias mais verdes!!!!